domingo, 24 de outubro de 2010

PIRRO DO ÉPIRO - PRIMEIRO REINADO (288-285 a.C.)

Origens e Primeiro Reinado no Épiro
Pirro (318–272 a.C.) foi um rei do Épiro e governou a Macedônia em dois breves períodos (288-285 e 274-272 a.C.) tendo ficado famoso por ter sido um dos principais opositores a Roma.  Pirro pertencia a dinastia dos Eácidas que governava o Épiro há muitos anos e tinha fortes vínculos familiares com a Macedônia. Nascido em 318 ou 319 a. C. Pirro era filho do rei Eácides e Ftia do Épiro, que era filha de Menon de Farsália, um líder de destaque na guerra entre a Grécia e a Macedônia (Guerra Lamiana). Suas irmãs eram Deidamia e Troias. Na luta pelo poder na Macedônia, o rei Eácides tomou partido de Alexandre IV, filho de Alexandre Magno, tutelado por sua avó Olímpia, prima de Eácides. Isso colocou o Épiro em oposição a Cassandro, regente de Filipe Arrideu, irmão de Alexandre Magno, que também reivindicava o trono macedônico. 
Pirro I do Épiro
Em 316 Eácides procurou auxiliar Olímpia que estava sitiada pelas forças de Cassandro em Pidna na Macedônia. Uma parte de seus súditos se rebelaram contra essa campanha (possivelmente por terem aversão à Olímpia) e Eácides, licenciando os rebeldes, marchou somente com os que o apoiavam. Logo após sua partida, os rebeldes o declararam banido do reino e fizeram aliança com Cassandro. Os rebeldes mataram os homens mais próximos do Rei e Pirro, o herdeiro de Eácides que tinha então apenas dois anos, foi salvo com dificuldade da execução por causa de alguns servos fiéis, Androcleides e Angelos, que o refugiaram na Ilíria. Ele foi levado à presença do Beroe, esposa do rei Glaukias, que era rei da tribo ilíria dos taulantianos. Beroe era filha do antigo rei do Épiro, Arribas, avô paterno de Pirro. 
Representação artística do rei ilírio Glaukias, sua esposa Beroe e do bebê Pirro
O Rei Glaukias nobremente se recusou a entregar o menino a Cassandro, que lhe oferecera 200 talentos pelo herdeiro, e deu-lhe proteção em sua corte. Eácides morreu em batalha pouco depois (313) e o trono foi assumido por seu irmão, Alcetas II. Pirro foi criado pelo Rei Glaukias como um de seus filhos. O menino cresceu na corte taulatiana e tinha doze anos quando Glaukias o fez rei do Épiro quando da morte de seu tio Alcetas II(306). Provavelmente Pirro, que “governava” através de guardiões, era uma espécie de marionete de Glaukias e houve oposição dos epirotas (os molossos). Entretanto, no ano anterior à ascensão de Pirro, Em 307, havia estourado a quarta guerra entre os sucessores de Alexandre, o Grande. O velho general macedônio Antígono I Monoftalmo pretendia restaurar a unidade do império de Alexandre sob seu comando enfrentado outros sucessores como Cassandro da Macedônia, Seleuco da Babilônia e Ptolomeu do Egito, que tentavam conquistar a independência de seus territórios. 
Demétrio I Poliorcetes
Demétrio, filho de Antígono, tinha invadido a Grécia, e Gláukias se aliou a ele, pois ambos eram inimigos de Cassandro. A aliança tinha sido cimentada por um casamento: Gláukias tinha dado irmã de Pirro, Deidamia, a Demétrio como sua noiva e assim Pirro e Demétrio eram cunhados. Mas o “reinado” de Pirro foi curto: Demétrio foi forçado a deixar a Grécia e para auxliar seu pai Antígono ameaçado pelas forças combinadas de Cassandro, Ptolomeu, Seleuco e Lisímaco. Assim, quando Pirro, sentindo-se seguro em seu reinado, visitou Gláukias para assistir ao casamento de um de seus filhos com quem fora criado, os seus súditos revoltaram-se, saquearam os seus bens, e convidaram a Neoptólemo II , filho do antigo rei Alexandre I, a ser rei do Épiro (302). Parece provável que Cassandro estava por trás da insurreição. Abaixo, moeda com a efígie de Ftia, mãe de Pirro.


Jovem Guerreiro
Banido de seu próprio reino, Pirro, que tinha apenas 17 anos, juntou-se a Demétrio, que era casado com sua irmã Deidamia, e o acompanhou para a Ásia onde as forças de Antígono Monoftalmo e seu filho Demétrio enfrentariam os demais sucessores de Alexandre Magno (Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco) pelo comando de seu império. 
Pirro do Épiro
A batalha decisiva se deu em Ipso, na Frígia (na Ásia Menor) em 301 a.C. durante a qual Pirro ganhou uma grande reputação pelo seu valor militar. Embora ainda muito jovem, se diz que ele enfrentava impetuosamente qualquer pessoa que cruzasse seu caminho, uma atitude que o distinguiu pelo resto de sua vida militar. Seus esforços, porém, pouco puderam fazer para alterar o resultado da batalha e foi forçado a recuar. A batalha terminou com a vitória dos aliados; Antígono morreu na batalha e Demétrio, com o exército desmantelado, não podia mais fazer frente a seus inimigos, embora ainda possuísse uma poderosa frota naval. Sendo assim, iniciaram-se as negociações de paz. Abaixo, mapa dos reinos helenísticos (gregos) governados pelos sucessores de Alexandre Magno antes da batalha de Ipso (301 a.C.).


Na Corte do Egito
Na Antiguidade era uma prática diplomática muito comum entregar reféns para garantir que os lados opostos mantivessem suas promessas. Mantendo-se leal a Demétrio, Pirro, em 300 ou 299 a.C., viajou para o Egito como um refém, quando Demétrio concluiu a paz com Ptolomeu I. Pirro logrou êxito em angariar o favor de Berenice, a esposa de Ptolomeu, e recebeu como esposa a Antígona, filha de Berenice com seu primeiro marido. Segundo Plutarco, Pirro realmente amava Antígona com a qual vivia bem. Benquisto na corte egípcia, Pirro convenceu a Ptolomeu dar-lhe uma frota e tropas com as quais poderia voltar para o Épiro e reivindicar seu reino de Neoptólemo II o que aconteceu em 297. Além de seu bem-querer ao valente epirota, certamente Ptolomeu visava usar Pirro como seu títere na Europa, guardando os interesses egípcios contra Cassandro da Macedônia. Pirro deu o nome de Ptolomeu a seu filho e havendo edificado uma cidade deu-lhe o nome de Berenike em homenagem a sua sogra. Acima, moeda com as efígies de Ptolomeu I e Berenice.

Rei do Épiro novamente
Desde 302 a.C., Neoptólemo II reinava de forma tirânica sobre os epirotas, o que deixou o povo disposto a uma boa recepção ao retorno de Pirro. Este, no entanto, não iniciou uma guerra: temendo que Neoptólemo buscasse apoio em outros reis e assim inicia-se uma guerra civil imprevisível, Pirro resolveu fazer uma aliança com seu primo e partilharam o reino. Abaixo, moeda de Pirro com a efígie de Zeus.
No entanto esse correinado não foi amistoso haja vista as conspirações e suspeitas mútuas. Por fim em 295, os dois reis e seus nobres foram celebrar no santuário de Zeus Areius em Passaron na Molóssia o tradicional compromisso de fidelidade às leis do país. Pirro foi informado que Neoptólemo intencionava matá-lo por envenenamento. Sendo assim, ciente de que os maiorais dos epirotas estavam de seu lado, Pirro convidou a Neoptólemo a um jantar onde o matou e se tornou o único soberano do Épiro. Pirro tinha cerca de 23 anos quando se estabeleceu sobre o trono do Épiro e se tornou um dos reis mais queridos dos epirotas. Sua coragem e ousadia asseguraram-lhe o respeito de suas tropas e sua generosidade e afabilidade o afeto de seu povo. 

Intervenção na Macedônia
Em 298, Cassandro morreu deixando o trono a seu filho Filipe IV, que morreu dentro de quatro meses de causas naturais. O reino foi divido entre os demais filhos de Cassandro: Antípatro recebeu a metade ocidental e Alexandre V a metade oriental (sendo o rio Axios a fronteira entre os dois). Em 295 Antípatro reivindicou a totalidade do reino e expulsou a seu irmão. Alexandre pediu a Demétrio e a Pirro para vir em seu auxílio. Como Demétrio não poderia ajudá-lo de imediato, Pirro se apresentou primeiro. Pirro veio com a condição de que eles receberia todos os domínios macedônicos na metade ocidental da Grécia: Acarnania, Anfilóquia e Ambrácia (regiões epirotas conquistadas por Filipe II da Macedônia) e os distritos de Paravea e Tinfea, que faziam parte da própria Macedonia. Abaixo, a expansão do reino do Épiro. O rei Lisímaco da Trácia queria vir em socorro de Antípatro e forjou uma carta como sendo de Ptolomeu I do Egito, a quem Pirro muito estimava, pedindo que se retirasse da campanha e em troca recebesse trezentos talentos de prata de Antípatro. Mesmo percebendo a farsa, Pirro procurou fazer a paz com Lisímaco e Antípatro, mas durante o sacrifício que selaria o acordo, Pirro foi advertido pelo sacerdote Teodoro que não firmasse esse compromisso, pois a morte espontânea de uma cabra a ser sacrificada indicaria a morte de um dos reis. Pirro seguiu seu compromisso com Alexandre V e expulsou a irmão Antípatro em 294 a.C., embora pareça que ele manteve uma pequena porção de reino. Pirro fez da cidade de Ambrácia (atual Arta na Grécia) sua nova capital. Abaixo, imagem via satélite do Golfo Ambraciano onde Pirro estabeleceu sua nova capital.
Demétrio, porém, deixou Atenas e foi para a Macedônia no final de 294 a.C. Visto que Alexandre V já estava estabelecido em seu reino este começou a desconfiar das intenções de Demétrio. Permeado por conspirações palacianas, por fim Demétrio matou a Alexandre num banquete tornando-se rei da Macedônia com reconhecimento quase imediato das tropas macedônicas. Demétrio atacou o irmão de Alexandre, Antípatro, seu possível rival, que fugiu para a corte de Lisímaco onde morreu.

Luta contra Demétrio I da Macedônia
Por laços de casamento, o Épiro estava em paz com todos os seus vizinhos já que o novo rei de Macedônia, Demétrio, tinha sido casado com a irmã de Pirro que morrera. Enquanto Pirro organizava a sua nova capital e seu país, Demétrio expandia seu poder. Ele já controlava muitas cidades gregas e ainda havia acrescentado a seus domínios a Macedônia e a Tessália bem como diversos estados da Grécia central em 293 a.C. Tal era seu caráter belicoso que Demétrio tinha o apelido de poliorcetes que em grego quer dizer o sitiante de cidades. Os únicos estados que não possuía na Grécia era Esparta no sul e no oeste, a Etólia.
Representação renascentista de Pirro
no 
Palazzo Pitti em Florença, Itália
Desde antes do falecimento de Deidamia, Pirro e Demétrio antes tão amigos já não se entendiam. E as suspeitas e desafetos aumentaram após a morte da irmã de Pirro. Entre dois inimigos poderosos e de espíritos inquietos como Demétrio e Pirro, ciúme e disputas nasceram em breve. Eles cobiçavam os domínios um do outro, e os antigos amigos se tornaram inimigos mortais. Demétrio teve de lidar com revoltas na Tessália e Beócia, e havia fortes indícios de que Pirro estava envolvido. A guerra eclodiu em 291 a. C. Durante este ano, Tebas se rebelou contra Demétrio, pela segunda vez, provavelmente instigada por Pirro. Abaixo, ruínas de Tebas.
Enquanto o rei macedônio estava indo pessoalmente para dominar a rebelião, Pirro invadiu a Tessália, mas foi forçado a se retirar ao Épiro ante às forças superiores de Demétrio. Em 290, Tebas capitulou deixando Demétrio livre para enfrentar Pirro e seus aliados da Etólia. Demétrio invadiu a Etólia na primavera de 289 e depois de varrer seus campos praticamente sem oposição, marchou para o Épiro, deixando Pantauco no comando da Etólia com um destacamento poderoso. Pirro avançou para interceptá-lo, mas por um caminho diferente, de modo que Demétrio entrou Épiro e Pirro na Etólia praticamente ao mesmo tempo. Pantauco imediatamente enfrentou as forças de Pirro e desafiou o rei epirota para um duelo. O desafio foi imediatamente aceito pelo jovem rei que acreditava que a glória de Aquiles era sua por linhagem e por virtude e assim derrubou Pantauco e poderia tê-lo matado se não tivesse sido resgatado por seus amigos. Os macedônios, desanimados com a queda de seu líder, fugiram sendo perseguidos pelos epirotas que estavam admirados da bravura de seu rei. Abaixo, ruínas do santuário de Thermos na Etólia.Essa vitória, entretanto, trouxe mais vantagens do que aquelas que parecem óbvias: os movimentos ousados e impetuosos do rei do Épiro lembraram aos veteranos do exército macedônio o seu mais querido rei, Alexandre Magno, preparando assim o caminho para Pirro ao trono da Macedônia. Demétrio não encontrou nenhuma oposição no Épiro, e durante a expedição conquistou a ilha de Corcira. Lanassa, esposa de Pirro, indignada que este dava mais atenção as suas outras esposas, havia se retirado para a ilha de Corcira e se oferecido em casamento a Demétrio I bem como a ilha de Corcira. Demétrio aceitou o convite e o dote. Pirro retornou para o Épiro mais irritado do que nunca contra Demétrio, que havia se retirado para a Macedônia. No Épiro, Pirro celebrou sua vitória na Etólia e foi chamado de águia do Épiro. Ao que Pirro retrucou: “Por vossa causa sou águia. E como não serei elevado às alturas pelas asas de vossas armas?”. No início de 288 a.C. Pirro aproveitou que Demétrio se encontrava gravemente enfermo para invadir a Macedônia. Piro avançou até onde hoje é a cidade de Edessa, mas Demétrio conseguiu superar a sua doença e colocou-se à frente de suas tropas para expulsar o rival para fora do país sem grandes dificuldades. No entanto, dada a sua intenção de recuperar domínios de seu pai na Ásia, se apressou a fazer as pazes com Pirro, para continuar com os preparativos sem ser perturbado a sua retaguarda. Demétrio e Pirro selam uma aliança, mas o Epirota foi o vencedor moral. Abaixo, ruínas de Edessa na Macedônia

A derrota na Etólia e a invasão que se seguiu foram pesados golpes no prestígio macedônio. Afinal, desde os dias do rei Filipe II, os exércitos macedônicos quase nunca foram derrotados. Seleuco, Ptolomeu e Lisímaco, os velhos inimigos de Demétrio, se reuniram em uma coalizão contra ele e decidiram acabar com seu poder na Europa antes que cruzasse para a Ásia. Embora o reino de Demétrio fosse menor do que o de Lisímaco, rei da Trácia, Ptolomeu do Egito e Seleuco da Ásia, ele era o mais poderoso monarca de seu tempo. Seu exército era tão grande como o de Filipe II e Alexandre Magno e sua marinha era mais poderosa. Além disso, ele poderia contar com os gregos. Esse poder começou a provocar uma resistência e os seus concorrentes concordaram em atacá-lo. Ptolomeu mandaria sua marinha ao Mar Egeu; Lisímaco invadiria a Macedônia; Seleuco, cujos territórios que não faziam fronteira com Demétrio, deu apoio moral. Pirro foi facilmente persuadido a quebrar sua recente aliança com Demétrio e juntar-se à coalizão. Assim, na primavera de 287 Ptolomeu apareceu com uma poderosa frota na costa grega; Lisímaco invadiu as províncias superiores e Pirro as inferiores da Macedônia ao mesmo tempo. Demétrio, que deixara seu filho Antígono II Gônatas como regente da Grécia, foi primeiro contra Lisímaco, mas alarmado com o desânimo de seu exército e temendo que este passasse para o lado de Lisímaco, um dos veteranos generais e companheiro de Alexandre Magno, desfez rapidamente os seus passos e se dirigiu para o exército de Pirro, que tinha avançado para Berea e estabelecido seu quartel-general lá. 
Bust of Lysimachus. Archaeological museum, Selçuk (Turkey). Photo Marco Prins.
Lisímaco


Rei da Macedônia
Pirro foi um adversário tão formidável quanto Lisímaco: o carinho com que tratava seus prisioneiros, a sua condescendência e afabilidade para os habitantes de Berea, fez com que ganhasse a boa vontade do povo. Assim, quando Demétrio estava se aproximando, suas tropas desertaram em massa e juraram fidelidade a Pirro. Demétrio foi forçado a fugir disfarçado, deixando o reino ao seu rival. Pirro foi incapaz de qualquer forma a garantir o controle de toda a Macedônia: Lisímaco reclamou a sua parte e o reino foi dividido entre eles sendo a fronteiro o rio Axios. Assim em 288, Pirro era rei de parte da Macedônia. Em 286, Pirro invadiu a Tessália, que até então se mantinha fiel a Demétrio e Gônatas. Pode ter havido algum grau de participação dos atenienses, que atacaram a guarnição de Gônatas no porto Pireu e libertaram-se do domínio estrangeiro. Antígono estava agora reduzido à Grécia central e ao Peloponeso e foi forçado a concluir um tratado de paz com Pirro, na qual ele teve de ceder mais de territórios da Tessália em 285. Abaixo, a região da Tessália.
Demétrio acabou por tornar-se prisioneiro de Seleuco I e por fim morreu em 283 após um estado lastimável de embriaguez e enfermidades. Removido o inimigo comum, os aliados Pirro e Lisímaco começaram a brigar. Em 284, Lisímaco simplesmente subornou os comandantes de Pirro fazendo aberturas diplomáticas com os macedônios e no verão de 285, o rei do Épiro teve que retornar a sua terra natal. Embora admirassem a Pirro, os macedônios aderiram a Lisímaco que além de macedônio fora um dos generais de Alexandre Magno. Pirro reinara três anos sobre sua porção da Macedônia (sul da Macedônia e a Tessália) que era agora parte do império de Lisímaco, que se estendia desde Termópilas ao Danúbio e do Mar Jônico ao rio Halis, no centro da Ásia Menor. Ao que parece, Pirro ficou inativo três anos tempo no qual Lisímaco teve oportunidade de invadir o Épiro e profanar os túmulos reais. O império de Lisímaco esbarrava no império de Seleuco e não tardou em estourar a guerra. Assim, em 281, Seleuco I derrotou a Lisímaco que morreu na Batalha de Corupédio, na Ásia Menor. Seleuco se tornou o senhor do império de Lisímaco, mas foi assassinado por Ptolomeu Cerauno que se tronou o novo rei da Macedônia. Como Pirro poderia reivindicar o trono macedônico, pois tinha crédito moral perante o povo de Alexandre Magno, Ptolomeu Cerauno resolveu fazer uma aliança com ele. Posteriormente, após sua campanha na Itália, Pirro voltaria a ser rei dos macedônios.

REFERÊNCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pirro
http://es.wikipedia.org/wiki/Pirro_de_Epiro
Los héroes y las grandezas de la tierra: (1855) editado por Fernando Patxot Ferrer. Disponível em: http://books.google.com.br/books?id=gIXzPf_ZFpEC&dq=Sabilinto&source=gbs_navlinks_s
http://www.livius.org/ps-pz/pyrrhus/pyrrhus01.html
http://www.livius.org/ps-pz/pyrrhus/pyrrhus02.html
http://es.wikisource.org/wiki/Vidas_paralelas:_Pirro
http://es.wikipedia.org/wiki/Pirro_de_Epiro
http://www.livius.org/ps-pz/pyrrhus/pyrrhus01.html
http://www.mlahanas.de/Greeks/Bios/PyrrhusEpirus.html
http://iamachild.wordpress.com/tag/pyrrhus/

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